João Roma criticou a atuação do PT no estado da Bahia e falou sobre uma possível tentativa do partido em atrelar o nome dele ao caso do Banco Master. O ex-ministro disse que as declarações são manobras políticas.
“Não escondo minhas amizades pessoais, mas toda minha vida pública é transparente. Não há nenhum ato meu ou do ministério que tenha beneficiado esse banco ou qualquer entidade ligada a ele”, afirmou.
De acordo com o site Mais Região, Roma afirmou que a tentativa de o vincular ao escândalo seria fruto do “desespero” de adversários diante da disputa política na Bahia.
O político também afirmou que a própria trajetória pública é transparente e garantiu que, durante o período em que esteve à frente do Ministério das Cidades, no então governo Jair Bolsonaro, não houve qualquer decisão tomada por ele que beneficiasse o banco.
“Se pedirem a quebra do meu sigilo, entrego de bom grado. Agora quero ver se Rui Costa entrega o dele também”, disparou.
Roma afirmou que o PT tentou criar uma “cortina de fumaça” para desviar o foco do debate político. Para o pré-candidato ao Senado, a população consegue perceber quando as acusações são feitas com motivação eleitoral.



