O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) deu aval para a criação da federação partidária formada pelo União Brasil-PP, batizada como União Progressista. Sendo assim, a aliança entre as legendas começa a valer para as eleições de outubro.
O sinal verde para oficialização foi dado pela ministra Estela Aranha nesta quinta-feira, 26. Segundo ela, a junção das siglas atende a “todos os requisitos formais”. No entanto, os demais membros do TSE determinaram ajustes no estatuto da aliança.
Trechos conflitantes
Com isso, os partidos devem corrigir dois trechos:
- um que pode permitir recondução infinita de dirigentes;
- e outro que abre brecha para uma intervenção do comando nacional em direções locais sem ampla defesa.
Maior bancada da Câmara
A federação União Progressista transforma a sigla na maior bancada do Congresso Nacional, ficando da seguinte forma:
- 103 deputados federais, a maior bancada da Câmara;
- 12 senadores, a terceira maior do Senado;
- e cerca de 1,3 mil prefeitos em todo o país, superando o PSD (877).
A aliança partidária fica atrás apenas do PL.
Fundo partidário para eleições
Juntos, o União Brasil e PP devem ter direito a aproximadamente R$ 900 milhões do fundo público para financiamento de campanhas, conhecido como fundo eleitoral.
Repercussão
O novo presidente do PP na Bahia, Cacá Leão, comemorou a decisão da Corte eleitoral, a qual chamou de “grande notícia”.
Já o deputado federal Pedro Lucas Fernandes (União-MA) avaliou o momento como “histórico”.
“Recebo com grande satisfação a notícia da aprovação da Federação União Progressista pelo TSE. Esse é um momento histórico que consolida a maior força política do país, unindo propósitos, ideias e lideranças em torno de um projeto sólido para o Brasil”, disse o parlamentar.
Fonte: A Tarde


