
A Justiça determinou o bloqueio de R$ 7.701.326,56 das contas bancárias de Daniel Alves, resultado de uma ação movida pelo fundo de investimentos GAD, especializado na aquisição de direitos creditórios, em razão de valores relacionados ao acordo de rescisão firmado entre o ex-jogador e o São Paulo, em 2021.
O ex-lateral-direito assinou um acordo de encerramento de contrato com o clube paulista que previa o pagamento total de R$ 22,8 milhões, divididos em 60 parcelas mensais de R$ 380,6 mil.
Para quitar o débito, o jogador celebrou um contrato de cessão de crédito com o clube e transferiu à GAD o direito de receber as 52 parcelas restantes. O atleta recebeu R$ 11,5 milhões antecipadamente e combinou que os pagamentos feitos pelo clube passassem a ser repassados ao fundo conforme fossem quitados.
A partir de 2023, após a prisão preventiva do jogador na Espanha, os repasses deixaram de ocorrer. A GAD destacou que notificou o São Paulo para que os depósitos fossem realizados diretamente em sua conta, mas sustenta que a solicitação não foi plenamente atendida.
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