
Em meio às celebrações da Independência da Bahia, nesta quinta-feira (2), o ex-prefeito de Salvador e pré-candidato ao Governo do Estado, ACM Neto (União Brasil), afirmou que o 2 de Julho também deve representar um chamado à independência dos baianos em relação aos principais problemas enfrentados pelo estado.
Durante participação no desfile cívico, nesta quinta-feira, Neto defendeu que a Bahia precisa se libertar da violência, da crise na saúde e dos baixos indicadores da educação.
Em conversa com jornalistas, ACM Neto disse que a data histórica deve servir não apenas para homenagear os heróis da Independência da Bahia, mas também para refletir sobre os desafios atuais enfrentados pela população.
“Nesse 2 de Julho de 2026, a gente precisa lutar pela independência da Bahia”, afirmou. “Nós precisamos de uma vez por todas largar essa posição terrível de primeiro estado do Brasil em número de homicídios”, acrescentou.
O ex-prefeito também reforçou a necessidade de combater o crime organizado. Segundo ele, “a Bahia precisa ficar independente do crime organizado e das facções criminosas”.
Em seguida, ele criticou a situação da saúde. “A Bahia precisa ficar independente da fila da regulação, que está aí matando milhares de baianos no interior do nosso estado”, lamentou.
Por fim, ACM Neto mencionou a educação. “Nós precisamos dar o nosso grito de independência em relação a uma das piores qualidades de ensino do Brasil”, disse.
Para ACM Neto, a homenagem à principal data histórica do estado passa pela construção de um futuro diferente para a Bahia. “Nesta data da Independência é homenagear a nossa história, os nossos heróis, mas também lutar pela nossa independência para o futuro”, pediu.
Ainda de acordo com o pré-candidato, é preciso garantir novas perspectivas para a população. “É garantir que o povo baiano possa ter uma perspectiva, a partir do próximo ano, diferente da que teve nesses últimos quatro aqui em nosso estado”, afirmou.
Questionado sobre o ambiente político para as eleições de 2026, ACM Neto voltou a afirmar que seu foco permanece na disputa pelo Governo da Bahia e minimizou as divergências entre aliados em relação à eleição presidencial. “O que importa é que está todo mundo junto para mudar a Bahia”, disse.
Fonte: Toda Bahia



