
A médica Aline Candice Carlos Magalhães, que atuava em Luís Eduardo Magalhães, no oeste da Bahia, foi solta dez dias após ser presa durante a Operação Canudo, da Polícia Federal. Ela foi detida em 12 de agosto, sob suspeita de integrar um grupo envolvido na falsificação e comercialização de diplomas de medicina e outros documentos acadêmicos.
A prisão havia sido mantida pela Justiça Federal após audiência de custódia realizada no dia 13 de agosto. Segundo a defesa, a liberdade foi restabelecida após um pedido apresentado à Vara Federal de Governador Valadares (MG). Os advogados afirmam que as provas contra a médica são frágeis e não comprovam sua participação em falsificações, destacando que ela é considerada inocente até eventual condenação.
A investigação começou em 2023, depois que o Conselho Regional de Medicina do Rio Grande do Sul identificou um diploma falso apresentado por uma mulher de 33 anos para obter registro profissional. A partir do caso, a PF encontrou indícios de uma rede especializada na produção e venda de documentos acadêmicos falsificados. As investigações continuam para identificar outros envolvidos e possíveis compradores ou usuários dos documentos.
Fonte: G1.



