
A Câmara dos Deputados terá a maior bancada feminina de sua história a partir de 2027. Nas eleições deste domingo (4), 108 mulheres foram eleitas, 17 a mais que em 2022. O PT conquistou o maior número de vagas entre as candidatas, com 26 deputadas, seguido pelo PL, com 22.
Nas disputas estaduais, duas candidatas que se apresentam como inimigas do feminismo lideraram a votação em São Paulo e no Rio de Janeiro. Em São Paulo, a vereadora de Praia Grande Eduarda Campopiano (PL), de 23 anos, recebeu 1,9 milhão de votos. Ela se define como “a maior inimiga das feministas” e afirmou à Folha de S.Paulo: “Todo mérito que qualquer mulher conquista, as feministas tentam usurpar para elas”.
No Rio, a ex-nadadora profissional Índia Armelau (PL), de 38 anos, foi reeleita com 248 mil votos. Em agosto, ela pediu na tribuna da Assembleia Legislativa que eleitoras não votassem em candidatas feministas. “Elas estão aqui para acabar com a família”, declarou. A parlamentar também mantém embates com o movimento trans e apresentou neste ano um projeto para criar um banheiro neutro, sob a justificativa de proteger mulheres e crianças.
Nas disputas estaduais, duas candidatas que se apresentam como inimigas do feminismo foram as mais votadas em São Paulo e no Rio de Janeiro.
Em São Paulo, Eduarda Campopiano (PL), de 23 anos, recebeu 1,9 milhão de votos. Vereadora de Praia Grande, ela foi eleita em dobradinha com Lucas Pavanato (PL), que conquistou mais de 3 milhões de votos para deputado federal.
Campopiano se define como “a maior inimiga das feministas”. “Todo mérito que qualquer mulher conquista, as feministas tentam usurpar para elas”, disse à Folha de S.Paulo. Ela também ganhou projeção por ataques a indígenas e por agradecer a Deus pela colonização do Brasil.
No Rio de Janeiro, Índia Armelau (PL), de 38 anos, foi reeleita com 248 mil votos. Ex-nadadora profissional, a deputada usou a tribuna da Assembleia Legislativa, em agosto, para pedir que eleitoras não votassem em candidatas feministas.
“Elas estão aqui para acabar com a família”, afirmou.
Armelau também mantém embates com o movimento trans. Neste ano, apresentou um projeto que prevê a criação de um banheiro neutro, sob a justificativa de proteger mulheres e crianças.
Por Correio



