Polícia

Exame detecta pólvora em ex-cantor do grupo É o Tchan!

Segundo o advogado da boate de strip-tease Eros, Carlos Alberto Hirs, que teve acesso ao documento ontem pela manhã, o resultado é um indicativo de que o cantor matou mesmo o PM, supostamente em legítima defesa, no dia 3 de julho deste ano, durante uma briga na boate.

Segundo depoimentos, o soldado Gepson Araújo Franco apontou a pistola contra o cantor, que não se intimidou. Durante briga pela posse da arma, acabou matando o PM com um tiro no tórax.

Ainda segundo o advogado, falta agora a perícia na arma do crime. Esse resultado vai determinar se a arma era, de fato, do PM. “Caso a arma seja do policial, será outro indício que se soma aos depoimentos de testemunhas. Agora, se a arma for do cantor, os policiais passarão a investigar a versão de homicídio”, explicou Alberto Hirs. Ontem foram ouvidos o gerente e o segurança da boate.

Os dois estavam no fundo da boate quando ouviram o disparo. Foram até o local e encontraram o policial no chão. “Na hora, as meninas gritavam bastante e alguns apontaram Kléber como o autor. Então, o gerente, o segurança e outros funcionários não deixaram o cantou sair e acionaram a polícia”, contou Hirs. O CORREIO tentou pela terceira vez localizar Kléber em seu imóvel alugado na Barra, mas não havia ninguém no apartamento.

Informações do Correio Online

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