Segundo informa o secretário de Governo do município, Enéias do Carmo, os manifestantes estão alojados na entrada e no salão nobre da sede do Executivo.
“Ninguém está conseguindo trabalhar por causa do barulho infernal. Nosso pessoal está todo acuado. Nunca nos negamos a recebê-los, e eles invadem assim, de maneira desrespeitosa e coercitiva”, reclama.
O gestor, responsável pela negociação com os sem terras, diz ter solicitado a formação de uma comissão para negociar com o prefeito Ricardo Machado (PSC), além de uma pauta de reivindicações, mas nada fora atendido. “É um problema de ordem político. O candidato deles, que não era do nosso governo, queria uma votação melhor e não conseguiu”, afirmou o secretário.
Em nota, Waldes Valeriano Queiroz, diretor do MST na Bahia, calcula que haveria 300 pessoas na Prefeitura. O motivo da invasão, segundo o dirigente, é o pedido para que o assentamento do MST na região receba obras como a de recuperação de estradas, de instalação de uma rede para o fornecimento de água, além de escolas municipais. Informações do Bahia Noticias.
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