Polícia

Pindobaçu: Morte forjada com ketchup foi encomendada por ciúmes por R$ 1 mil

Ele se tornou famoso porque o homem contratado para assassinar Lupita desistiu ao perceber que conhecia a vítima e apenas forjou o crime.

Segundo as investigações, Maria Neuza Pereira, a mandante, tinha um caso com o companheiro de Lupita e foi isso que a levou a contratar o ex-presidiário Carlos Roberto Alves Junior para assassinar a rival.

Carlos Roberto desistiu do crime ao perceber que o alvo era sua amiga de infância Lupita. Para ficar com o dinheiro do crime, R$ 1 mil, ele forjou o crime – com ajuda da própria vítima. “Eu deitada… Eu rasguei a camisola, botei a faca aqui do lado. Ele me amarrou e jogou o ketchup em mim. Tiraram foto e mandaram para ela”, narrou Lupita à TV Bahia.

A armação foi descoberta por Maria Neuza apenas três dias depois, quando ela encontrou Lupita em uma festa na cidade. Revoltada, ela resolveu dar queixa na delegacia alegando que R$ 1 mil foram tomados de assalto por Carlos Roberto.

Em depoimento, Carlos Roberto acabou revelando o trato firmado com Maria Neuza. O delegado Marcone Almino de Lima, titular da cidade, informou que nenhum dos três envolvidos no caso está preso, mas respondem na Justiça. A mandante responde por ter encomendado o crime, o homem por extorsão, e a mulher que seria vítima por co-participação no caso.

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