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Canudos: Sindicalistas e professores bloqueiam a BR-116 durante protesto

Logo após a paralisação da BR-116, os sindicalistas partiram para frente da prefeitura, mas não foram recebidos pelo prefeito Senoca (PRB). Em seguida, saíram em passeata até a Câmara de Vereadores, onde participaram de uma sessão especial que foi transmitida pela radio comunitária da cidade.

Durante a sessão, reclamaram a falta de interesse do prefeito do PRB, que não dialoga com sindicalistas, professores e com a comunidade.

Os manifestantes alegam ainda que a saúde da cidade esta de mal a pior, o esgoto a céu aberto, praças mal acabadas, postos de saúde abandonados, obras de pavimentação que com menos de um mês já esta cheia de buracos, as ruas com lixos e entulhos, sem aumento salarial há dois anos para os professores.

Eles reclamam também que os garis e funcionários de rede de esgoto estão sem proteção e sem luvas e, por represália, não paga há 18 meses os rendimentos do presidente do Sindicato dos Servidores Públicos de Canudos.

Apoio

Sindicalistas de várias cidades vizinhas participaram em apoio ao movimento junto com a Força Sindical. O movimento lutou contra a falta de delegado titular na cidade, reajuste do salário, apoio aos professores que há dois anos não tem aumento salarial, reabertura do banco do Brasil, reabertura da Comarca do Fórum em Canudos, e a volta dos rendimentos do Presidente do SINDISPUCAN, conhecido como TCHE do Sertão, que há 18 meses não recebe do município.

Mas, segundo o site CanudosNet, novamente o prefeito não quis ouvir os sindicalistas, desafiando a Força Sindical e mostrando seu lado antidemocrático. 

Em menos de um mês professores reivindicaram seu plano de carreira na porta da prefeitura e foram agredidos de forma violenta por funcionários. Em nenhum movimento o Prefeito Senoca sentou para conversar, ou ao menos recebeu um dos sindicalistas ou professores.

Nesta sexta-feira (30) os professores da APLB-Sindicato de Canudos realizaram uma Assembléia e decidiram deflagrar greve por tempo indeterminado e deram um prazo de 72 horas para que o prefeito regularize a situação que há dois anos não recebe reajuste salarial, e exigem cumprimento do Plano de Carreira. 

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