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STF nega suspensão de liminar da PGE, que não quer pagar aos professores

Com isso, manteve a decisão da desembargadora Lícia Laranjeira que determina o pagamento do salário cortado dos professores da rede estadual, em greve há 59 dias. A decisão foi publicada no site do STF.

Segundo Rui Oliveira, do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado da Bahia (APLB), o estado agora tem 72 horas para confirmar o pagamento dos salários, que foram cortados em 18 de abril. Com a decisão do STF de negar seguimento ao pedido, a suspensão de liminar nem chegou a ser votada pelo Supremo.

De acordo com a PGE, o mérito da liminar não foi julgado pelo STF, que recomendou que o recurso seja direcionado ao Superior Tribunal de Justiça (STJ). O procurador geral do estado, Rui Moraes Cruz, informou que enviará já na manhã de sábado o recurso.

A Procuradoria recorreu da decisão do Tribunal de Justiça da Bahia que determinava o pagamento dos salários considerando-a “contraditória”, já que a própria Justiça caracterizou a greve dos professores da rede estadual como ilegal, ainda no mês de abril.

Contraproposta

O comando de greve se reúne no sábado (9) para elaborar uma contraproposta  ao governo e tentar dar fim à paralisação. Hoje, eles se reuniram o arcebispo de Salvador e primaz do Brasil, Dom Murilo Krieger, pedindo que este interfira para que o governo volte à mesa de negociação. Informações do Correio. 

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