
Uma operação da Neoenergia Coelba revelou um esquema de furto de energia envolvendo quatro fábricas de cerâmica e sete estabelecimentos comerciais em Riachão do Jacuípe. O desvio, segundo a distribuidora, chegava a 70 mil kWh — carga capaz de manter acesas mais de mil casas por duas semanas.
Os técnicos chegaram aos locais após o setor de inteligência detectar consumo fora da média. Durante a ação, bares e restaurantes também foram flagrados com ligações clandestinas. A Coelba informou que os proprietários vão responder a inquéritos policiais.
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De acordo com Madson Melo, gerente da Receita da empresa, o impacto não se limita ao crime: “Quem frauda energia prejudica a concorrência e penaliza toda a cadeia produtiva”.
No estado, o problema é recorrente. Apenas em agosto, foram retiradas 8 mil ligações irregulares. No acumulado de 2025, já são 81 mil casos — 10% acima do registrado no mesmo período de 2024.



