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Empresa de ACM Neto e Sidônio Palmeira arremata Centro de Convenções da Bahia

Terreno no bairro Stiep foi arrematado por lance único na última segunda-feira, 20

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O antigo Centro de Convenções da Bahia foi leiloado na última segunda-feira (20) por R$ 138,4 milhões. Informações da Secretaria da Administração do Estado indicam que a única empresa que apresentou lance foi a Pilar Incorporação e Construção.

Controlada pelo grupo Enseada do Castelo Empreendimentos Imobiliários Ltda, a empresa tem a Anre Participações e Empreendimentos Ltda. como uma das controladoras. O grupo tem como sócios o ex-prefeito de Salvador e pré-candidato ao Governo da Bahia, ACM Neto (União Brasil), e sua irmã, Renata de Magalhães Correia.

A SP Patrimonial Ltda., também listada como controladora do grupo maior, tem como sócio o ex-ministro da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, Sidônio Palmeira.

ACM Neto afirmou em nota que o Grupo Enseada tem histórico de investimentos amplo no mercado de imobiliários privados na Bahia. O ministro Sidônio Palmeira ainda não se manifestou sobre o assunto.

Além de Sidônio e Neto, o Grupo Enseada também é liderado por outras figuras relevantes dos setores empresarial e político do estado, como o ex-prefeito de Mata de São João e dono do supermercado Hiperideal, João Gualberto; o ex-presidente do Bahia e um dos donos da Faculdade Baiana de Direito, Guilherme Bellintani; o acionista e diretor da TV Aratu, Tiago Coelho; e o dono do posto Cidade Jardim, André Pedreira de Freitas.

Com a confirmação do leilão, a empresa pagará o valor em 10 parcelas mensais, com entrada de 5%. O grupo terá o prazo de 16 meses para fazer o desmonte do prédio e a limpeza da região.

Antigo Centro de Convenções da Bahia

O antigo Centro de Convenções da Bahia foi interditado no dia 20 de maio de 2015, pela Secretaria Municipal de Urbanismo por falta de manutenção. De acordo com a pasta, o local também não tinha equipamentos para conter incêndio.

O espaço foi fechado para manutenção, mas em setembro de 2016 parte da fachada desabou, inviabilizando a continuidade das obras.

Fonte: Bahia.Ba

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