Polícia

Bebê prematuro desaparece de hospital em Itabuna

Ele está desaparecido desde o dia 27 de julho, depois que a mãe de 22 anos deu entrada em um hospital do município de Ipiaú, onde mora.

Ela afirmou que não sabia que estava grávida e, mesmo se queixando de cólicas, não realizou nenhum exame. A mulher foi medicada e logo depois precisou ir ao banheiro. A criança foi expelida enquanto a mãe urinava. O bebê foi resgatado com vida e transferido, junto com a jovem, para o hospital de Itabuna.

Na sexta-feira, a avó da jovem esteve no hospital para ver o bebê, mas, de acordo com ela, informações desencontradas foram fornecidas. A avó disse que, primeiramente foi informada que a criança já havia recebido alta, apesar de não ter condições para respirar sem a ajuda de aparelhos. Depois, a equipe médica teria afirmado que a criança estava morta e não teria apresentado o atestado de óbito com a causa da morte e nem o corpo.

Procurado, o hospital afirmou que o funcionário apto a falar sobre o caso estava indisponível no momento, por volta das 12h15. A Polícia Civil investiga o caso.

Nota do Hospital

Em 27.07.2010, às 16h51min., procedente do Hospital Geral da Cidade de Ipiaú, chegou ao Hospital Manoel Novaes, da Santa Casa de Misericórdia de Itabuna, um feto, produto de gestação da Srª Fabricia Pires Santos, residente na mesma cidade. Ao ser avaliado pelo médico plantonista, o citado feto apresentava sinais compativeis com 23 semanas, pesando 415 gramas e sem abertura de fenda palpebral.

Segundo o mesmo profissional, pessoas que acompanharam o feto foram alertadas da inviabilidade de sua sobrevivência.

De acordo com  critérios estabelecidos pelo Ministério da Saúde, foi o feto classificado como produto de abortamento, portanto não cabendo registro civil ou emissão de Atestado de Obito.

Às 20h40min. do mesmo dia, após cessados  os sinais de vida, conforme rotineiramente é feito em casos semelhantes, foi, o citado feto, conduzido para local, neste hospital, destinado a essa finalidade de recolhimento de tecidos fetais e restos placentários.

Informações do Terra e Xilindró Web

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