Polícia

Ilhéus: Policiais Militares detidos por paralisação fazem greve de fome

A medida seria para pressionar o julgamento do habeas corpus solicitado pela defesa à Auditoria Militar do Tribunal, em Salvador. A informação foi repassada pela família e confirmada pelo comandante do Batalhão, o coronel Marcelo Luiz Brandão Teixeira.

De acordo com o coronel, eles aceitaram o café-da-manhã, servido às 7h de quarta-feira (14), e passaram a recusar todas as demais refeições. “Eles alegam demora no julgamento de seus pedidos de habeas corpus e estão sabendo da soltura de alguns policiais. Acho que querem pressionar a Justiça”, afirma. Ele acrescenta que as refeições serão servidas normalmente.

As esposas dos soldados estão reunidas desde as 9h desta manhã na entrada do Batalhão em apoio à greve de fome.

Para o advogado dos soldados, Valdimiro Otínio, a demora na apreciação do pedido não é comum. Segundo ele, a legislação militar prevê 30 dias de prisão preventiva, período vencido há dois dias.

O Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), através da assessoria de imprensa, informa que a lei não prevê prazo para prisão preventiva, de acordo com o novo Código de Processo Penal, e que todos os cinco casos estão sendo analisados pelo juiz Paulo Roberto Santos de Oliveira, da Auditoria da Justiça Militar da Bahia. Informações do G1 com foto ilustração. 

Artigos relacionados

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Botão Voltar ao topo