Política & Economia

Pressionado, Wagner prepara resposta ao PCdoB; Secopa pode ir para o PR

Na esteira do clima de aproximação com o partido foi inaugurado com a ida do ex-senador César Borges para a vice-presidência governamental do Banco do Brasil.

Outra secretaria ou o comando da Conder, segundo posto cogitado, conforme o site Politica Livre, o retorno do ex-senador aos braços do governo Dilma Rousseff, teria sido descartado pelo governador na mesma conversa. A idéia de retirar a Secopa das mãos do PCdoB não é propriamente de Wagner, mas de muitos aliados do governador, indignados com o que consideram deslealdade dos comunistas baianos com ele.

Apesar de ser apontado como o segundo partido mais prestigiado com cargos no governo, ao PCdoB são atribuídos os incentivos para a deflagração e manutenção da greve dos professores estaduais, novo foco de desgaste do governo, iniciativas de confronto aberto à administração estadual na Assembleia Legislativa e, last but no least, tentativas de minar as forças do candidato petista Nelson Pelegrino em Salvador, com o lançamento da candidatura alternativa da deputada federal Alice Portugal.

O clima passou a esquentar ainda mais com os rumores de que o PMDB pode turbinar a candidatura de Alice indicando seu atual candidato, o ex-prefeito Mário Kertész, para a chapa da comunista na qualidade de vice. O PMDB nega a existência de um acordo, mas o PCdoB, como qualquer partido com candidato, não desmente o interesse no apoio.

O interlocutor de Wagner após o show de Chico Buarque está convencido de que a resposta do governo ao PCdoB pode até demorar, mas virá. “De qualquer jeito”, assegura.

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