
Maio 2026 – A ex-deputada estadual Talita Oliveira, do Republicanos, anuncia sua pré-candidatura a deputada federal pela Bahia. Empresária, gestora pública e ex-parlamentar na Assembleia Legislativa da Bahia, Talita busca ampliar sua atuação para a Câmara dos Deputados com uma agenda voltada à defesa da mulher, da família, da liberdade econômica, do empreendedorismo, da segurança pública e do desenvolvimento regional.
Durante seu mandato na Assembleia Legislativa da Bahia, Talita integrou comissões como a de Direitos da Mulher, Educação, Cultura, Ciência e Tecnologia e Serviço Público, além de ter atuado como ouvidora parlamentar. Sua trajetória política foi marcada por pautas relacionadas ao fortalecimento do empreendedorismo feminino, à defesa da infância, ao combate à violência contra a mulher e à valorização da autonomia econômica como instrumento de transformação social.
Entre as iniciativas apresentadas durante sua passagem pela ALBA, estão propostas voltadas à criação de uma política estadual de estímulo ao empreendedorismo feminino, ao Código de Defesa do Empreendedor e à inclusão de medidas de prevenção à violência contra meninas e mulheres. A ex-deputada também teve atuação em debates sobre liberdade econômica, defesa de valores familiares e fiscalização da gestão pública estadual.
Segundo Talita Oliveira, a decisão de disputar uma vaga na Câmara dos Deputados nasce da necessidade de levar as demandas da Bahia para uma agenda nacional com mais representatividade, planejamento e conexão com as diferentes realidades do estado.
“A Bahia não pode ser tratada de forma genérica. Somos um estado com regiões muito diferentes, com desafios específicos no semiárido, no agro, nas cidades, nas periferias e nas famílias que ainda enfrentam falta de oportunidade. Minha missão é levar essa escuta para Brasília e construir políticas que fortaleçam quem trabalha, empreende, cuida da família e quer viver com mais segurança e dignidade”, afirma Talita.
Mulher, independência e educação financeira
Uma das principais bandeiras da pré-candidatura será a valorização da mulher como agente de transformação econômica e social. Talita defende que políticas públicas voltadas às mulheres devem ir além do discurso e oferecer condições reais de autonomia, especialmente por meio da educação financeira, do acesso ao crédito, da capacitação e do fortalecimento do empreendedorismo.
Para ela, a independência econômica é uma das formas mais efetivas de ampliar a liberdade das mulheres, reduzir ciclos de dependência e fortalecer famílias.
“Quando uma mulher tem acesso à educação financeira, ao crédito e à oportunidade de empreender, ela transforma não apenas a própria realidade, mas também a vida dos filhos, da família e da comunidade ao redor. A mulher brasileira não precisa ser reduzida à condição de vítima. Ela precisa de instrumentos para crescer, decidir e liderar”, destaca.
Segurança, família e primeira infância
A pré-candidata também pretende priorizar pautas relacionadas à segurança pública, ao enfrentamento da violência contra a mulher e à proteção da primeira infância. Para Talita, o cuidado com a família precisa ser tratado de forma integrada, considerando educação, assistência social, geração de renda, proteção às crianças e apoio às mães.
A proposta é defender políticas que ampliem a rede de acolhimento, fortaleçam creches, apoiem mães solo e contribuam para que famílias tenham condições de trabalhar, produzir e cuidar dos filhos com mais estrutura.
“O cuidado com a família precisa ser sistêmico. Não basta falar em proteção à infância sem dar suporte às mães, sem pensar em creches, renda, segurança e educação. A primeira infância é uma fase decisiva, e o poder público precisa enxergar isso como prioridade nacional”, afirma.
Bahia como prioridade nacional
Na agenda de desenvolvimento regional, Talita defende que a Bahia seja observada a partir de suas particularidades territoriais. A pré-candidata pretende pautar soluções específicas para o semiárido, o oeste baiano, o setor produtivo, o agronegócio, o comércio local e os municípios que enfrentam dificuldades estruturais.
A ideia é defender políticas federais que estimulem tecnologia, segurança jurídica, geração de emprego, infraestrutura e liberdade econômica, considerando o potencial de cada região.
“A Bahia tem riqueza, força produtiva e diversidade. O que falta é transformar esse potencial em desenvolvimento real, com segurança jurídica, incentivo a quem produz e políticas que respeitem a vocação de cada região. O semiárido, por exemplo, não pode ser visto apenas como um problema. Com tecnologia e investimento, pode se tornar uma grande fonte de riqueza para o estado”, completa.



